Quando o dia acordou, olhei pro
lado, sonhei que o mundo era perfeito com suas nuvens anis.
Pisquei e quando vi, não era mais
você ali, um estranho tomou o seu lugar, era sonho.
Levantei, busquei minhas coisas,
o estranho permanecia e esperei o sonho acabar.
Sai pra rua, o estranho me seguiu
até o trabalho, almoçou comigo, me fez questionamentos, perguntou da minha
vida.
À noite, quando cheguei em casa
vi que o estranho sempre foi você.
E a lunática sempre fui eu.
“Perdão! Me enganei e isso não se
repetirá”, lhe disse!
No dia seguinte, não houve engano,
fingi saber quem era você e segui para o fim.
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