quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Fim


Quando o dia acordou, olhei pro lado, sonhei que o mundo era perfeito com suas nuvens anis.

Pisquei e quando vi, não era mais você ali, um estranho tomou o seu lugar, era sonho.

Levantei, busquei minhas coisas, o estranho permanecia e esperei o sonho acabar.

Sai pra rua, o estranho me seguiu até o trabalho, almoçou comigo, me fez questionamentos, perguntou da minha vida.

À noite, quando cheguei em casa vi que o estranho sempre foi você.

E a lunática sempre fui eu.

“Perdão! Me enganei e isso não se repetirá”, lhe disse!


No dia seguinte, não houve engano, fingi saber quem era você e segui para o fim.

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