Na capital do estado em que pense
num absurdo, tem procedência, a teoria do caos praticamente reside, em diversas
instâncias. Num dia comum, vejo que a teoria do caos aplica os seus tentáculos
de formas pequenas, buzu lotado, sol tostando do lado de fora ou chuva
torrencial e janelas fechadas. De longe, pode ser a visão do inferno, de perto é
a teoria do caos em pleno o vapor.
Poderia buscar vários teóricos
que estudam a teoria do caos, no pai Google, mas prefiro a ignorância de criar
a minha visão da coisa, para quem é usuário do transporte público de Salvador,
num dia como hoje (30), com a cidade fervendo com festas e turistas, a teoria
do caos é um “erezinho”, que tranca todas as ruas e faz o disse me disse já
comum na cidade evoluir para boatos e meias verdades.
Mais de três horas e três ônibus
depois, você chega em casa e só pensa nos inúmeros comentários irreais ouvidos
nessas horas perdidas. De pessoas revoltadas com Ivete Sangalo por estarem no
congestionamento e ela no seu jatinho, até porque helicóptero é coisa do
passado. Tem os baleiros que ajudam a passar o tempo e a fome. As pessoas que
nos fazem invejas por serem desocupadas ou corajosas estão a caminho do “reggae”.
Não esquecendo a orquestra dos muxoxos, essa é mais clássica que os Beatles.
No final do dia, eu guardo essa
estória entre tantas outras de trânsito, perdidas entre as histórias das
recepções dos hospitais, das filas dos bancos. Só não se misturam com as das
mesas de bar, essas são sagradas, nesse caso o caos é a tequila, o sal e limão
a própria teoria conspiratória.
Continua...
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