Oi pessoal, tudo bem
com vocês? Como estão as coisas?
Essas duas frases tem
sido ditas por mim num looping quase que diário, com amigos próximos ou distantes,
é um tempo estranho, como não seria né!
Mas vamos ao motivo de
estarmos aqui hoje - que é relativo já que a internet é quase eterna, enfim,
mas estamos -, há algumas semanas tenho pensado em retomar a escrita nesse blog,
eu sempre escrevi, sempre tive diários a vida todinha, mas quando a escrita também
se tornou uma forma de pagar boletos as coisas passaram a ter outra perspectiva.
Escrever quando se
sente algo ou até mesmo para registrar um acontecimento como em diários remete
a não obrigação, traz a despreocupação dessa escrita poder ou não existir, é
uma combinação sua com você mesmo. A partir do momento que você começa a
escrever e a produzir conteúdo escrito seja para sites, redes sociais e por ai
vai, mais do que descrever o que se sente você, precisa “descrever” também o
que não se sente e ai mermã, a coisa muda e muito de figura.
Não me arrependo de
trabalhar com a escrita, ainda é uma das minhas enormes paixões na vida, mas
tem dias que essa paixão fica em casa e você precisa retorcer a sua existência
para produzir releases, posts bem humorados em redes sociais ou até produzir reportagens
com temáticas nem de longe antes passadas na sua vida. É mágica essa variação
de coisas, claro que é, tem dias que a gente não consegue nem dizer nosso nome
completo, tem também.
A escrita assim como em
qualquer outra arte, ela é doação, na faculdade na nossa primeira experiência
escrevendo para o Jornal da Facom me recordo do sofrimento ao reduzir os
caracteres daquele texto que foi um enorme parto. O que quero dizer com isso,
que muitas das oscilações desse blog se devem ao meu desencontro com o
jornalismo, com as fases desgostosas que tivemos, com outras paixões sendo
concebidas e experienciadas.
Mas então porque esse
texto nasceu? Para dizer que mesmo antes desse isolamento social “presencial”,
já vinha ensaiando um retorno a minha escrita por paixão. O que estive pensando
há algumas semanas era em escrever textos num formato de cartas, fórmula com
exatamente zero de novidades, mas que percebo ser a minha fase na vida. Minha gente..
tem uns florais e uma abertura espiritual fazendo estrago neste ser, isso é
assunto para uma das cartas.
Não sei se as pessoas
irão me acompanhar, contudo, essa escrita antes de qualquer coisa é para
alimentar uma paixão que após turbulência retorna como um amor maduro, que
decidiu se reinventar e coexistir independente das tempestades que estão por
vir. Amigos se preparem, talvez eu me declare de forma melosamente não
característica.
Texto escrito ouvindo
Acabou Chorare – Novos Baianos -1972

Vida longa e próspera às ideias, pensamentos e sentimentos palavreados nessa sopa de letrinhas que é a vida!
ResponderExcluirGo ahead sista!
Que bom lhe vê aqui, obrigada monitor preferido. =*
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